Para não parecer que eu deixei de atualizar, hoje deixo com vocês a primeira animação feita pelo meu irmão! Vale a pena carregar a assistir!
Ano: 2008
Produção: Adriano Miossi
Vozes: Juliano Miossi (Epaminondas) Adriano Miossi, Alfredo Barzon, Carlos Henrique G. Santos (Zumbis)
Captação de áudio: Alfredo Barzon
Edição de áudio: Um rapaz ai
Para conhecer mais do universo de quadrinhos de meu bro acessem: http://www.julianomiozzy.blogspot.com/
domingo, 9 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
AMOK KRAYAMON
Naturalidade: China feudal
Paternidade: Pan Ling Krayamon e Chon Linquey
Idade: 46 anos
Aparência: Amok é um eru que parece uma mistura de orc, ogro e ser humano. Tem 1,93m e pesa 150 kg de puro músculo. A cabeça é raspda mas possui uma trança de 1 metro de comprimento. Amok veste normalmente um terno chinês branco.
Origem: A história de Amok é trágica e dolorosa como de todos os descendentes da família Krayamon. Sua mãe se casou por ordem de sua família com o senhor feudal chamado Linquey. Linquey era conhecido em toda a china pela ferocidade em que eliminava os Erus que ousavam cruzar seu caminho ou ocupar suas Terras. Sua esposa sempre fora contra esse comportamento selvagem, pois durante sua infância ela pode conhecer muitos erus que eram mais bondosos que os próprios seres humanos. Mas linquey não se importava com o coração mole de sua esposa e continuava a massacrar os Erus com o poder de sua fiel armada de Cavaleiros Vermelhos. Um dia Linquey e sua armada, invadiram uma pequena vila de erus que viviam pacificamente em um vale fora do de seu feudo. O massacre foi violento e Linquey se encarregou de eliminar o xamã da vila pessoalmente. Antes de morrer o velho xamã amaldiçoou Linquey em uma língua entendida apenas pelos Erus, essa maldição dizia:
“Pelo mal que causaste ao nosso povo tua semente se tornará a distorcida. Duas vezes ela dará frutos. Na primeira nascerá o nosso salvador e na segunda o assassino de sua linhagem!”
Sem entender nada, Linquey deu sua missão como cumprida e voltou para o seu feudo. Um ano depois seu filho com Pan nasceu, mas para tornar sua alegria em ódio, a criança era tão feia quanto os Erus que ele odiava! Depois de se controlar ele manda que a ama de sua esposa jogue o bebe no forno a lenha da cozinha! Sua esposa ele acusou de telo traído com um Eru! Como punição ele a degolou na frente de todos os seus servos, menos da ama que havia fugido com bebê a pedido, durante o parto, de Pan.
A ama não sabia o que fazer e nem para onde ir! Era noite e uma fina garoa se tornava uma tempestade, que parecia trovejar pela morte injusta da mãe do recém nascido. Buscando abrigo a ama entra em uma caverna que ficava em uma floresta afastada do feudo de Linquey. Nessa caverna ela encontra um Eru chamado Ragax. Esse Eru era tão temido que ninguém ousava entrar em seu domínio, nem mesmo Linquey! A ama só não foi punida por ele pois ele virá o bebê e o medalhão dado por sua mãe a ele. Ragax reconheceu o brasão dos krayamons e de que no passado sua vida havia sido salva por um (o pai de Pan).
Assim Ragax batizou o bebê de Amok e o criou junto com a ama. Que morreu quando Amok tinha 7 anos. Mas antes de falecer ela contou toda a história sobre a mãe dele e seu pai e sobre seu direito sobre todo o feudo de Linquey.
Decidido a conhecer o mundo e a se tornar um guerreiro tão valoroso quanto seu pai adotivo Ragax, Amok deixa a caverna com dezeseis anos e em sua primeira aventura ele acaba salvando, por sorte, um valoroso rei de um feudo ao sul de Linquey. Esse rei era nobre de coração e como gratidão permitiu que amok se torna-se seu escudeiro.
Com o tempo Amok foi provando seu valor e quando completou 30 anos ele já era o general dos exércitos do rei que havia salvo. E era mestre do filho do mesmo.
Em uma época ele e o rei foram até as terras de Linquey para que ele pudesse reclamar o que era seu por direito, mas Linquey já estava morto e havia sido substituído pelo filho que tivera com sua segunda esposa. O novo senhor do feudo de Linquey era Lee Iu Linquey. Para assumir o feudo esse assassinará o próprio pai.
Vendo que nada conseguiriam lá por falta de provas. Amok e o rei voltaram de onde vieram, mas Amok prometeu que alguém dia iria tomar aquilo que lhe era de direito!
Depois disso muitos anos se passaram.... e quando tudo era rotina.........Nota do Autor: Esse histórico serve para dar maior compreensão para aqueles que estão acompanhado o Diário de Personagem do Amok.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Crônica III - Sacrifício

Em uma bela manhã Hidenheart caminhava pelo campo. Alegre por continuar vivendo e feliz por continuar evoluindo como caçador. Mas mesmo em sua atual paz de espírito a dúvida era presente. Sem querer ele se perguntava se conseguirá ao longo de sua jornada de aperfeiçoamento derrotar um dragão.
Em sua memória relembra as piadas que as pessoas já fizeram sobre ele e sua ordem. Apertando sua adaga de madeira contra o peito ele sentia vontade de gritar para espantar esses pensamentos que em nada o engrandeciam. Agora ele estava em paz e
dificilmente irá se abalar em um dia tão majestoso....
Lyde era um imenso dragão azul. Seus olhos eram verdes e expressavam piedade por todos os seres que considerava mais fracos ou dignos de ajuda. Ao longo de sua vida foi muito caçado, seu corpo agora é mutilado e sua alma clama por dias melhores.
Ao avistar seu único amigo caçador. Lyde dispara um trovão contra os céus, convocando Heart a sua presença.
_Como vai estimado amigo Lyde!
_ Fluente como a água de um rio meu caro amigo Hidenheart. Diga-me! Porque combinou esse encontro? Algo lhe aflige?
_ Sim meu amigo! Há dias não consigo dormir, pois as palavras de meu escudeiro me fizeram refletir se devo ou não continuar seguindo os preceitos de minha ordem... Será que um simples ser humano, armado com uma simples adaga de madeira é realmente capaz de tamanha façanha que é a de derrotar um dragão?
_ Muitos conseguem nos derrotar Heart. Mas a maioria utiliza armas, poções e outros itens mágicos. Sua ordem é menosprezada por todos de minha espécie. Por esse fato ainda continua vivendo. Meus irmãos acham divertido humilha-lo e apenas feri-lo. Se acreditar em seu sonho certamente irá alcança-lo. Pois es puro de coração!
_ Entendo o que quer dizer. Mas infelizmente no momento me sinto inferior aos outros caçadores. Não tenho histórias de vitória para contar, possuo apenas cicatrizes de muitas derrotas. – Enquanto proferia essas palavras Heart erguia as mãos para os céus.
_ Não existiria uma maneira de você completar seu objetivo sem desrespeitar os princípios da ordem?
_ Bem... ...Existir existe! Porém é um meio nunca antes utilizados pelos de minha ordem...
_ Qual é esse meio?
_ Não me sinto à vontade para falar, ele não é muito nobre...
_ Sabe que nada pode me incomodar amigo, então diga!
_ Está bem. Uma lenda antiga diz que um caçador de dragões da Ordem da Adaga de Madeira pode em situações de desespero apelar para a compaixão de um dragão.
_ Como assim?
_ O que quero dizer é que eu posso pedir para que um dragão se sacrifique por mim...
_ Tem algum em mente?
_ Sim, você!
_ Compreendo agora sua angustia aparente. Mas caso consiga derrotar seu primeiro dragão dessa maneira, você, futuramente, não se sentiria inferior?
_ Talvez, mas usaria dessa nova conquista para continuar tentando derrotar um dragão com minhas próprias capacidades!
_ Então quer que eu me sacrifique por você?
_ Infelizmente, sim...
_ Bom, tenho que refletir as conseqüências, sente-se naquela pedra e aguarde minha
resposta!
Assim Hidenheart se afasta de seu único amigo dragão e sentado em uma gigantesca pedra aguarda a resposta que de qualquer forma mudaria sua jornada de quase vinte e um anos. Ele para e pensa...
...
Retornando a presença de Lyde, Art não consegue deixar de pensar que o pedido que fizera poderá comprometer sua única amizade com um dragão. Onde estava com a cabeça? Estaria ele ficando louco? Ou essa era simplesmente uma atitude desesperada de um homem cansado do sofrimento?
_ Tenho sua resposta caçador! – Dizia Lyde com sua trovejante voz.
O sol daquele dia era belo é quase não haviam nuvens no céu.
_ Seja qual for eu acredito que escolheu bem, amigo... – Mas bem no fundo de sua alma, Art proferia essas palavras com um pouco de esperança.
_ Até hoje nunca fui falso com meus sentimentos. Isso faz com que eu jamais fizesse nada que não fosse para ser feito... Não sei se está me entendendo, mas a questão é que se eu fizesse o que me pede as coisas seriam piores para você e, acredite, não quero isso! Você ainda é jovem! Sei que ira conseguir alcançar seu maior sonho, infelizmente não será com esse dragão...
Para a pequena criança que era a esperança de Heart, essas palavras foram como facadas em seu frágil corpinho. Conforme Lyde as proferia o caçador da ordem da adaga de madeira ia perdendo o controle do corpo e tremia cada vez mais. Ao final ele conseguiu soltar uma risada histérica e disse:
_ É, você fez a melhor das escolhas, para você! É claro... – Dizia Heart enquanto dava as costas para o dragão.
_ É para o seu bem amigo...
_ MEU BEM? Se pudesse estar em meu lugar entenderia pelo que passo todos os dias de minha vida! – Dizia Art afastando-se de Lyde.
_ Você ficara bem?
_ Claro que ficarei! Isso não foi nada para quem já foi feridos por mais de 10 dragões! E SOBREVIVEU!
Sem olhar para trás Heart abandona seu único amigo dragão. Nesse momento ambos sabiam que a relação entre eles jamais seria a mesma... E não foi...
Três luas cheias depois se reencontraram para uma despedida. Lyde ia embora atrás de seus sonhos de dragão. Heart o olhava e depois de passar a mão em seu focinho desejou boa sorte. Ambos se olharam profundamente porque sabiam que seus caminhos dificilmente se cruzariam novamente...
Depois disso Heart teria que se despedir de seu escudeiro, mas essa já é outra história...
Fim da terceira crônica
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Contos inacabados de Guimbler - Parte 4
Contos inacabados de Guimbler - Parte 4

Agora quem vai contar essa história sou eu! - disse Guimbler enquanto vinha em minha direção e me fazia romper em chamas causando minha morte prematura.
Entra em combustão bardo caquético! SkrabUUUMMM!!! Huummm muito bom! Hahahahaahahhah!!! Agora chega de narrador em minha história. Eu mesmo conto como foi minha gloriosa existência até esse momento! E nem pensem em deixar essa taverna. O primeiro que colocar um pé para fora vai ter que se lidar com meu amigo de 10 metros que tá lá fora! Onde ele parou o relato? Ah! Nessa? Ainda? Como ele enrolava viu! Vou contar tudo bem mais rápido porquê minha vida tem muito chão percorrido e se eu for contar cada vez que eu usei o Simba para causar terror em meus companheiros a gente vai ficar um ano inteiro aqui!
Depois que eu e meus "colequinhas" deixamos a montanha do elemental primordial da terra, nós seguimos viagem e paramos em uma aldeia para comprar suprimentos. Tratei logo de comprar pergaminhos que me permitiriam respirar debaixo da água. Afinal eu duvido que o elemental primordia da água estaria no praia tomando margaritas com suas amantes. Com certeza o diacho estaria nas profundezas mais obscuras do mar cercado de pequenas sereias e advogados.
Fizemos as compras e derrepente a cidade começou a ser invadida por soldados! Segundo me disseram era do nosso reino. Calma pessoal! Eu sou inteligente mas eu tinha livros mais interessante pra ler doque aqueles cheios de brasões! Bom, como eu ia dizendo antes de vocês pensarem em me subestimar, a cidade foi tomada por um exêrcito que tinha sido derrotado por algum lorde de algum lugar longinquuo que queria dominar A MINHA TERRA! Onde já se viu! Mas captando relatos eu percebi que nosso exêrcito tava tomando a maior piaba! Como Guimbler é esperto ele decidiu se unir com o exercito que tava ganhando! O meio-homi das foices concordou comigo e decidimos tentar convencer o padre. Se ele não concordasse a gente matava ele! Simples assim.A gente tentou sair da aldeia na boa. Mas o exercito de perdedores resolveu fazer daquele local uma fortaleza e tentou botar a gente pra cavar. Nada contra ficar em contato com terra agradavel. Mas eu tinha mais oque fazer em meu caminho de conquista e glória! Botamos o Piadino para distrair os guardas, nos despedimos do homi-boi, que tinha ficado com os olhos vermelhos quando viu um rapaz tirando leite de uma vaca, e fomos embora daquela aldeia de fracassados. Nesse momento o grupo era apenas eu, o meio-homi e o padre. Do jeito que tinha que ser!
Depois de muito caminhar chegamos em uma planicie e lá fiz a fatidica pergunta ao padre. Tu é mininu ou menina? Ele disse que era menina e decidimos mata-lo! Infelizmente o meio-homi também tinha meia coragem e eu tive que ficar lutando com ele apenas com a ajuda do Trechinho. Sim meu povo, nessa época ele só tinha 1,5 de altura. Logo no começo de nosso embate o padreco me deu uma violenta marretada das beiça. Vi um monte de dragãozinho voando em volta de mim! Mas isso não me impediu de continuar atacando e fugindo do alcance dos ataques dele. Em certo momento ele fez uma reza brava nele mesmo e ficou dificil conseguir ataca-lo. Até mesmo o meio-homi, que a essa altura tinha finalmente decidido ajudar, estava sofrendo para ultrapassar sua aura de proteção. Eu tô enrolando na descrição? E oque você tem haver com isso? Eu to resumindo do jeito que eu aprendi com os Entes! Então se tem amor a vida fica quieto e presta atenção! Como eu ia dizendo foi um combate fabuloso. Infelizmente eu bati as botas e fui pro inferno.
O inferno é do jeitinho que contam! Tudo quentinho e aconchegante! Tava me sentindo em casa até que o zelador do lugar me chamou pra papear. Ele queria que eu voltasse para impedir que a criação fosse destruida. Na hora eu imaginei que ele se referia a uma criação de cabras ou ovelhas. Pensando que seria fácil eu concordei em ajuda-lo, afinal eu gostei do visual "eu sou mauzão" que ele tinha.
Ressucitei em uma vala de corpos. Por sorte nem se deram ao trabalho de me saquear. Ao perceberem que eu ainda vivia, me jogaram em um calabouço com o padre e o meio-homi. Fiz tregua com o padreco e fugimos da fortaleza onde eramos prisioneiros. Nem vou perder tempo em descrever a fuga. Não foi nada do tipo que me obrigava a tatuar o mapa do lugar em meu corpo ou que me obrigava a fazer o imposto de renda dos guardas. A porta da cela simplesmente se abriu e todos as pessoas da fortaleza desapareceram! Simples assim.
Depois disso finalmente avistamos o mar... mas sabem como é... eu conto isso depois de ir lá na cozinha dar uma mijada.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
As lágrimas de Amok - Parte 3

Não sei se tenho animo para contar essa parte da história, pois finalmente minha vida nesse mundo chegou em em seu limite de ódio. Mas tendo esperança de dias melhores vou compartilhar os eventos ocorridos até aqui com vocês.
Ainda na mesma noite em que acampamos, fomos visitados por outras criaturas. Ao escutarmos uma musica, fomos atacados por um urso enorme com o corpo coberto de ossos. Esse urso parecia estar sendo controlado por um fantasma. Partimos para cima do agressivo urso e o fantasma pareceu falar muitas coisas para Joni. Mas, para variar, não entendi nada e preferi ignorar. Depois que derrotamos o urso o fantasma sumiu. Olhamos para o acampamento e a Elfa eo Paladino haviam sumido. Impotentes diante desse fato voltamos a dormir com a esperança de que aquela noite agourenta finalmente terminasse.No raiar do dia seguimos viagem e finalmente encontramos uma fortaleza. Esta por sua vez estava cercada por um exêrcito de mortos vivos. Eles pareciam escavar cemitérios em busca de ossos para serem reanimados por sua mestra. Como eles nos ignoravam, aproveitamos para atacar alguns esqueletos e Joni levou um barril de pólvora até uma ponte e fez com que a mesma explodisse. Isso serviu apenas para atrair a atenção deles para cima de nós. A retaliação deles veio em forma de uma assustadora chuva de flechas que enegreceu o céu sobre nós. Eu me protegi em baixo de meu cavalo, o monge saiu correndo e Joni galopou como louco com seu cavalo. Eu até galoparia mas eu estava destreinado e cavalo para mim só servia para ir de lá para cá sem pressa. Em resumo, meu cavalo morreu e sai correndo para encontrar o grupo na floresta proxima. Fugimos de lá e voltamos para a cidade para avisar o CCP sobre oque haviamos visto.
Na cidade chegamos exaustos. Relatamos oque vimos e o CCP nos deu dinheiro para nos prepararmos para defender a cidade. Parece que foi bastante dinheiro. Não me recordo bem, mas infelizmente era insuficiente para comprar a armadura que eu tanto queria.
Naquela noite as pessoas pareciam estar preparando uma festa na cidade. Por mais que tentassemos alerta-las elas nos ignoravam. naquele momento comecei a pegar nojo daquela cidade de estranhos que eu teimava em tentar ajudar. Aliais tudo que eu encontrava nessa cidade era ingratidão. Bom, mas o universo era justo e foi só anoitecer que a cidade começou a ser atacada por uma horda de mortos vivos que surgiam dos canais e por todas as estradas da cidade.
Eu e meus companheiros estavamos atonitos sem saber para onde ir até que o CCP apontou para um barco de guerra que estava prestes a ser tomado pelos desfalecidos. Fomos para lá tentar impedir que os mortos os usassem para explodir a cidade. Mas eles bloquearam nosso acesso e conseguiram derrubar vários predios com o canhão. Quando finalmente alcançamos a arma do inferno eu corri e estourei a engrenagem da mesma com a espada de um morto que eu havia derrotado. Depois disso o monge plantou um explosivo no barco e pulamos na agua. A explosão entrou em contato com o deposito de polvora do barco que ao se explodiu levou boa parte da cidade com ele. Bom pelos menos não seria mais usado para fazer o que nossa inabilidade provocou muito mais rápido : a destruição de boa parte da cidade.
Na margem eu e Joni decidimos abandonar a cidade e o monge correu para a igreja para tentar ajudar o padre Dumas. Em nossa fuga fomos a nado para bem longe da cidade e montamos acapamento em um pantano. Durante a noite encontramos um nobre que haviamos visitado na ivestigãção sobre os tumulos arrombados. Ele parecia fugir desesperado com um livro. E para mim livros valiosos são os de mago. Logo eu o atordoei e quando tentavamos interroga-lo ele começou a ofender Joni e a ultima coisa que lembro foi quando ele guspiu em mim. Ao sair de meu estado de fúria eu vi que ele estava morto dividido em vários pedaços. Joni olhava para mim horrorizado como se eu fosse alguma especie de monstro. Naquele momento percebi que tinha que aprender a controlar minha fúria, pois corria o risco de machucar algum amigo.
Na manhã seguinte, depois de eu entrar em fúria logo de manhã para não correr o risco de faze-lo novamente por acidente, voltamos para espiar se a cidade tinha sido totalmente destruida e vimos que a defesa havia ganhado dos invasores. Nos precipitamos em fugir? Acho que não. Eu e Joni não somos moleques corajosos em busca de gloria. Nos sabemos que estamos velhos e que temos que fazer qualquer coisa para continuarmos vivos.
Voltamos para o padre que ainda estava vivo. Tive uma enorme discussão com ele e no final das contas ele percebeu que eu queria ajudar mas que ninguem me dava condição para faze-lo. Para melhorar a interação no grupo ele usou de livros magicos que fizeram Joni e o Kuririn (Joni usou esse nome quando falou com o monge) aprenderem o meu idioma de Eru. Fui contra mas se eles se sentem felizes usando magia tudo bem. Eu já estava percebendo que para acabar com a magia nesse mundo eu deveria ir direto a fonte e não ficar atacando os simples usuários dependentes dela. Depois disso Dumas mandou os dois sairem para obter informações. Depois de treinar um pouco no cemitério da igreja fui dar uma volta para tentar conhecer melhor essa cidade. Vi coisas incriveis como golens animados por madeira e porções de quatro tipos de queijo que eram servidos na taverna. Quando eu ia voltando fui encurralado em um beco por magos da seita que havia me trazido a esse mundo. Infelizmente para esse pobre velho, eles eram poderosos e conseguiram me dominar com enchin. Fui obrigado a escutar um discurso de que eu deveria matar o Joni antes que ele vira-se um ser magico e bla,bla, bla. Como esse mago da serpente era idiota! Se eu tivesse que matar todo mundo com potencial a ser corrompido por magia eu teria que matar todos os seres vivos desse mundo! Eu caçoei dele e disse que não me daria ao trabalho de faze-lo e que se quisesse me matar poderia faze-lo. Eu não tinha medo. Mas ele fez pior doque isso! Ele me amaldiçou com enchin e meu corpo voltou a ter a aparencia de quando eu tinha 20 anos de idade! O auge de minha forma física e inexperiência. Eu ameacei me matar e ele disse que nem isso eu conseguiria. Não dei bola e o ataquei mesmo assim. Mas depois de sofrer o golpe ele sumiu com uma risada. Voltei a igreja e depois de convencer meus companheiros que eu era eu mesmo nos decidimos, graças a informações obtidas por Joni, subir o rio em direção a um templo perdido que seria usado pela sobrinha-vadia-do-mal para ressucitar sua mãe. Nos preparamos e seguimos viagem após contratarmos um barco rapido e humilde.
A noite atracamos em uma vila pantaneira construida em palafitas. Meus amigos foram para o bar enquanto eu decidi me aperfeiçoar na mata que os aldeões diziam ser perigosa. Ignorei esse fato e fiquei a espera de um desafio. Para minha surpresa meu desafio foi resistir a uma fogosa mulher que nua tentava me seduzir. Tentei me focar em minha esposa que me esperava em casa... mas os impulsos que eu tinha quando jovem voltaram junto com minha forma física rejuvenescida. Não resisti e tive que dar para essa mulher misteriosa um pouco do velho vigor de ferro dos Krayamons. Algumas horas de sexo selvagem depois ela tentou me atacar, mas a coitada não esperava que eu ainda estivesse acordado. Me defendi e depois a nocauteei. Deixei seu corpo no pantano e segui em direção a ruidos de acampamento que vinham da mata. Para minha sorte, ou azar eu encontrei um acampamento de enormes ogros completamentes armados e de armadura! Com eles eu teria minha segunda forma preferida de prazer. Um deles tentou me surpreender e o decapitei antes que os outro quatro viessem em minha direção. Foi uma luta até justa para eles. Mas eu estava furioso e tinha que descontar isso em alguêm! Um a um eles caiam e minha vitoria só não foi plena pois o líder deles lutava melhor que eles. Aproveitando-se de minha exaustão ele me derrotou logo apos eu voltar de meu estado de fúria. Mas para meu espanto minhas feridas se fecharam na mesma velociade que foram feitas. O cultista não estava brincando quando disse que eu não conseguiria me matar! O combate seguiu e eu só consegui derrotar o ogro depois de quase morrer pelo menos mais duas vezes. Depois disso eu tentei me mata de várias formas mas em vão. O problema maior era que os ferimentos que me matavam cicatrizavam mas continuavam doendo depois disso. Não era uma dor incapacitante, mas era algo que eu só conseguia ignorar graças ao meu treinamento de guerreiro.
No final voltei para o barco onde meus amigos dormiam. E no caminho eu refleti que minha situação era ironica e trágica. Eu não poderia mais seguir o caminho dauqele que desiste da magia porque eu era magia! Mesmo assim sempre havia um caminho. Sempre havia uma escolha. Eu não ia fazer a vontade de ninguem a não ser a minha. E nesse momento minha unica vontade era fazer algo tão grande que esse mundinho pensaria duas vezes antes de usar magia novamente. Mas agora eu combateria fogo com fogo! Já que eles gostam tanto de magia eu a usaria para que eles sentissem um pouco do gosto amargo da mesma descendo goela abaixo! Eu não tenho poder para isso? Posso não ter agora, mas no futuro terei! Pois agora eu tinha todo o tempo do mundo para isso!
domingo, 2 de novembro de 2008

O universo de Artuen é vasto, porém apenas 13 de seus planetas possuem vida inteligente. Desses treze apenas dois possuem entais.
Esmeral: É o planeta de origem das jóias e pedras mágicas. Os habitantes mais evoluídos desse planeta são os Kafas, um povo molusco que se alimenta de
cristais, e os Manaris, entidades de mana solidificada.
Espelho: O mundo bizarro. Esse mundo subterrâneo é habitado pelos Reflexos, criaturas disformes que passam a maior parte do tempo observando os outros planetas através de seus espelhos.
Ezílio: É um planeta prisão criado por Crença. Para esse planeta são enviadas as almas de todos os seres despertos de Artuen que venham a falecer. Nesse planeta todos seus habitantes são imortais. O mundo é dividido em domínios e esses são governados por Despertos de enorme poder chamados de Lordes.
Harania: É um enorme planeta desértico cujos habitantes são seres mágicos semelhantes a gênios. Tudo nesse mundo é baseado na magia dos desejos.
Jurassia: Um mundo semelhante a Terra em seu período jurássico. Aqui os dinossauros existem lado a lado a uma raça evoluída chamada Terons.
Mekanus: Esse é mundo cujo planeta é uma enorme nave capaz de cruzar todo o universo. Seu povo é constituído de homens máquina e a tecnologia do lugar á a mais avançada de todo o universo. Esse planeta costuma destruir outros planetas, simplesmente para extrair suas riquezas naturais.
Mítica: Mundo de origem de toda a magia do universo. Tudo nesse mundo é baseado em magia. Os dragões são originários desse mundo. Os magos mais poderosos desse planeta são chamados de Eternos.
Orbia: Mundo dos demônios. Esse mundo é um reflexo de como Avitae seria se fosse um planeta. Aqui todos os habitantes parecem demônios e se comportam como tais. Os habitantes inteligentes desse mundo são chamados de Erus.
Paradisia: É o mundo dos anjos. Esse mundo é um reflexo de como Virtue seria se fosse um planeta. Todos os habitantes desse mundo se parecem com anjos e se comportam como tais. Os habitantes inteligentes são chamados de Puros.
Téris: É o planeta de origem dos artefatos entais. Os artefatos são feitos pelos Weporis para se defenderem de seus inimigos, os truculentos e violentos ogros.
Terra: Esse é o nosso mundo. Aqui surgiram os primeiros entais de todo o universo. Por alguma razão desconhecida existem em nosso planeta portais mágicos que nos ligam aos outros 12 mundos. É como se o nosso planeta fosse o elo de ligação entre todos os mundos do universo.
Teruna: Mundo de fantasia medieval. Esse mundo só tinha almas primitivas até ser povoado por outras raças graças a intervenção de 20 poderosos magos de Mítica que se auto proclamaram deuses quando chegaram no planeta. Esse mundo possui portais para a Terra, Mítica e Téris. Esse também é o único planeta, fora a Terra, a ter entais. Os entais de Teruna são chamados de Avatares e são tratados com grande respeito por todos.
Titânia: Mundo de origem dos Titãs. Nesse mundo as pessoas utilizam incríveis robôs movidos a magia nas mais diversas tarefas diárias.
sábado, 1 de novembro de 2008
Inexpressivo
Alguém com que falar.
Mesmo não tendo o que dizer.
Ao perder sabemos que não temos algo que seja agradável aos outros. Nesse momento ficamos com ânsia de nós mesmos, e nesse momento de nojo esperamos um trem passar. Mas somente existe o apito de uma locomotiva distante que foi perdida.
Por não agirmos quando devemos tudo se embaça e a roleta do caos arremessa a bola para fora da mesa. Longe dos olhos de qualquer um. Mas certamente perdida para sempre.
A criança está morta e eu choro por ela. Ainda lembro quando juntos brincávamos sem preocupações com o amanhã. Solidão e lamento.
Sempre quis um encontro com minha sombra...
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