sábado, 7 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Nerd Rangers 01
sábado, 30 de abril de 2011
Chuang Krayamon
Nascido em 1961 em Tóquio, Krayamon era filho de mãe americana com pai japonês.
Passou grande parte de sua infância treinando com um velho mestre shaolin em um tatame a um quarteirão de sua casa. Seu mestre, Maosetung, era o ultimo shaolin existente. Nesse tatame ele despertou seu KI e desenvolveu sua doutrina.
Aos 20 anos se casou com uma japonesa chamada Miruko Tsubasa. Tiveram um casal de filhos. Ele abriru uma academia de Kung-Fu Shaolin para poder sustentar a sua família. Seu melhor aluno se chamava Mako, mas teve de expulsa-lo por usar suas habilidades para ferir pessoas mais fracas.
Aos 25 quando foi fazer uma visita de rotina ao seu mestre. Ao entrar no tatame viu seu mestre pregado na parede com centenas de agulhas de acupuntura, no chão tinha o desenho de uma naja desenhado com o sangue de seu mestre.
Atormentado demais ele deixou sua família, temendo que o mesmo acontecesse com eles, para trás, e começou a sua busca por paz interior. Passando por vários templos e religiões, a que mais o tocou foi a budista.
Não conseguindo encontrar tão procurada paz em nenhuma ele começou a viver uma vida de eremita nas montanhas do Himalaia. Sua solidão era tamanha que ele começara a ficar perturbado e num momento de loucura ele corta o pulso da mão esquerda e começa a esperar pela morte. Mas Hozuin Iachio o encontra e o cura. Depois de uma longa conversa com ele, começa a enxergar que ainda devia continuar vivendo pois sabia que o destino reservará algo grande para ele. Tendo como única companhia um gato siamês chamado Sidartha, Krayamon parte para o Brasil para tentar viver uma vida nova e afastar o fantasma do passado que o persegue. Atualmente vive no porão de uma casa de massagens japonesa no Rio de Janeiro. E sua sobrevivência vem do dinheiro que ganha como lutador de rua. Seu sonho é ter dinheiro suficiente para montar um tatame em honra de seu mestre e ter coragem de um dia voltar para enfrentar Mako e rever sua família.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Tudo novo de novo!
Depois de 2 anos sem mexer no layout do blog eu finalmente resolvi dar uma implementada no visual e nas funcionalidades. Acredito que agora o blog tenha ficado mais interativo e atraente. Uma das principais melhorias é a das "abas", que vão agrupar as principais matérias do Blog. E também o recurso de "leia mais" que vai deixar a página inicial mais navegavel entre os posts. Mas fiz muitas outras melhorias, e ainda estou fazendo muitas outras conforme vou aprofundando meus conhecimentos sobre essa incrivel ferramente chamada blogger. Um abraço e até o próximo post!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A Guerra dos Tronos - Livro e Série (HBO)
Não é possível falar da série, que acabou de estreiar nos EUA pela HBO, sem falar do livro no qual ela foi inspirada. No momento você deve estar se perguntando se vale a pena ler o livro. Para ajuda-lo nessa decisão damos essa pequena critíca.
Há uns dois anos atrás a onda vampiresca, que surge de tempos em tempos, voltou com força total, era um tal de Crepúsculo pra cá, vampiro brilhando no sol pra lá... mas o que me chamou a atenção mesmo foi True Blood, a incrível série da HBO baseada nos livros de Charlaine Harris que trouxe alguma moral e alguma novidade ao tema. Os livros de CH já tinham sido lançados desde 2001, mas a série de TV fez os livros bombarem e o mundo inteiro finalmente conheceu Charlaine e sua obra.
Agora em 2011 a HBO faz algo parecido, e com uma série a meu ver, incrivelmente melhor: a saga As Crônicas de gelo e Fogo, de George R. R. Martin. A série de livros (sim série, hoje em dia nada fica sem continuação) já vendeu mais de sete milhões de exemplares, ganhou vários prêmios e concorreu a tantos outros e agora com o lançamento da série está tomando o mundo de assalto. Não duvide, eu ainda não li os livros, mas só pelo primeiro capitulo da série eu já fiquei fascinado pela história.
O primeiro livro recebeu aqui o titulo de A Guerra dos Tronos e a saga foi nomeada As Crônicas de Gelo e Fogo, a história transcorre num mundo parecido com o nosso mundo como foi na idade média, até mesmo com um sistema parecido de vassalagem e senhoria, mas em Westeros (continente principal desta terra) já houveram dragões e outros seres mágicos e não menos assustadores e o clima, o inverno quando resolve aparecer pode durar anos sem cessar.
Começamos acompanhando a história da família Stark senhores das terras de Winterfell ao norte do continente, Ned Stark, senhor da família Stark recebe um convite e um apelo do atual rei e seu antigo amigo de batalha Robert Baratheon a deixar a vida que ama nas terras frias do norte para ser A Mão do Rei, espécie de conselheiro e suplente real, substituindo seu amigo Jon Arryn, que foi um tipo de tutor de Ned e do Rei e morreu em circunstâncias suspeitas. Pouco a pouco também acompanhamos a história dos últimos descendentes da família Targaryen, família que governava anteriormente e que foi destronada e massacrada por Robert Baratheon conhecido como O usurpador, e aos poucos vamos entendendo o que realmente aconteceu.
O que Ned não sabe é que a corte esta cercada de intrigas e traições, cada família querendo seu naco de poder e que apesar da pouca chance que tem de recusar, sua vida depois disso jamais será a mesma, guerras serão travadas, traições cometidas e o mundo mudará pois “na guerra dos tronos, ou se ganha ou se morre”.
Não dá pra contar muito da história sem soltar spoilers, mas o que você pode saber antes e que pode te empolgar:
Martin escreveu até agora 4 livros, está prestes a publicar o 5 e faltam 2 para completar sua saga, mas não desanime por isso, a qualidade não caiu como em outras sagas e as premiações só vem aumentando.
O livro é gigante: 592 páginas e uma fonte menor que o normal (que pra mim não atrapalha em nada a leitura), mas não se assuste, a editora LeYa apostou num papel com tratamento bacana que deixou o livro assustadoramente mais leve que o normal.
Apesar das comparações com Senhor dos Anéis e Harry Potter, Martin escreve um texto diferente, não tão focado no cenário e no mundo ao seu redor quanto Senhor dos Anéis e nem tão ingênuo quanto Harry Potter (aliás ingenuidade ali passou longe, sexo, sangue e violência não faltam, mas com estilo). Particularmente me lembrou dos bons livros de Sidney Sheldon, personagens simples lidando com as tragédias de situações maiores que eles.
A série da HBO tem um orçamento de aproximadamente 60 milhões de dólares, e tem em seu elenco Sean Benn (o Boromir de Senhor dos Anéis) como Ned Stark, Jason Mamoa (o novo Conan nos cinemas) como Khal Drogo, Lena Headey de Terminator como a rainha Cersei Lannister e Peter Dinklage como Tyrion Lannister entre outros atores de peso.
A narrativa da série é ágil e apesar de lidar com vários personagens ao mesmo tempo, usa um artifício interessante e que me lembra a estrutura usada em Lost, cada cena é pequena e contada sob a ótica de um personagem, mas a linha do tempo se mantém e continua avançando, nos dando assim a possibilidade de acompanhar os resultados das ações dos personagens nas visões de cada um e a chance, assim como Lost, de você escolher seus favoritos. Eu sinceramente não esperava muito da história até ver o primeiro episódio e me informar mais sobre a obra. Posso disser que fiquei impressionado e animado para me aprofundar ainda mais nesse universo. E só um aviso: se prepare para “altas” e “impactantes” emoções no fim do primeiro episódio. Um final bem inesperado ao meu ver.
terça-feira, 19 de abril de 2011
ISSO NÃO É UM CONTO DE FADAS
Por onde eu deveria começar? Se é que eu deveria começar alguma coisa. Tem dias que o verbo me cansa. Em dias assim eu desejo apenas o silêncio e a tranquilidade de um quarto escuro. Talvez essa seja a única coisa que acalme meus nervos. Alias nem sem por qual motivo eu fico nervoso já que ultimamente eu não consigo me importar com nada nem ninguém.
Se eu sou tão pateticamente deprimido assim, você deve pensar porque eu não me matei ainda nao é? Já pensei nisso inumeras vezes. Eu até escolhi as formas mais interessantes para me matar. Uma delas consistia em me acorrentar no meio de uma densa floresta. Me prender com cadiados sem chave e lá ficar até que a fome e a desidratação me levassem. O lugar seria tão isolado que nenhuma alma viva faria o "favor" de me salvar. Claro que fiquei só no campo das idéias. Sempre que eu bolava uma nova forma de por fim a minha solidão eu desanimava e perdia a vontade de faze-lo. Pelo menos eu acho que era por esse motivo. Talvez em meu amago eu tivesse alguma esperança tola de recobrar minha alegria e vontade de viver. Duvido muito! Boto mais fé na promessa que eu fiz. E eu posso não ter motivos para sorrir mas ainda tenha minha palavra!Calma que eu já chego na promessa.
Acredite ou não eu já fui a criatura mais alegre e sorridente de meu mundo. Nada era capaz de abalar meu dia. As outras criaturas de Faeria passavam por mim e tinham seus dias enriquecidos pela simples visão do meu sorriso. Era amigos de todos, amavel e feliz. Engraçado é que mesmo em meus dias atuais eu consigo lembrar daquela sensação de felicidade. Era como uma energia subindo do meu ventre e espalhando por todo meu corpo. Era quente, amiga e sempre me deixava pensando que a vida era bonita e é bonita, e que eu não deveria ter a vergonha de cantar e ser feliz como um eterno aprendiz. Uma bobagem do tipo. Hoje em dia o mais próximo que chego disso é com minha prisão de ventre.
Mas voltando a minha história de alegre criatura do reino encantado da fadas. Um belo dia, a uns dez ou vinte anos atrás, não sei ao certo já que nunca fui muito ligado em datas, eu estava brincando perto da fronteira de meu reino com o mundo dos homens. Naquele dia eu estava perto do véu e olhando através dele vi a mais bela e pura menina de todas! Era humana mas podia jurar que eu enxergava uma aura de fada nela. Eu fiquei admirando-a por dias até que em certo momento eu devo ter chegado muito perto do véu e ela acabou retribuindo um de meus olhares com um sorriso. Nesse momento deixei minha timidez e dei meu primeiro "salto" através do véu e entrei em seu mundo. Queria conhece-la e ser seu amigo. Queria pular em poças d´água com ela em dias de chuva. Correr entre as flores e escutar as engraçadas histórias de seu livro colorido sobre fadas, princesas e carruagens de abóboras. Todos esses absurdos.
Com o tempo eu realizei todos os meus desejos. Nos tornamos amigos inseparavéis. E eu descobri que ela era uma princesinha amada e respeitada em todo seu reino. Um dia ela disse que seu pai o rei estava atrás de um Harlequim para sua corte. Ela disse que essa era minha oportunidade de ir morar perto dela para que nossa amizade pudesse ficar ainda mais forte. Não sabia na época que Harlequim era apenas um bobo contratado para diversão alheia, mesmo assim vi aquela oportunidade de ouro e a agarrei como as sete maçãs que usei em meu show de malabarismo na seleção. Graças aos meus dotes naturais consegui ser aceito e entrei para a corte.
No começo tudo eram flores e com meu talento consegui levar minha alegria para aquele reino. Mesmo longe de casa eu estava feliz porque eu estava ao lado dela. Assim dias se transformaram em anos como em um passe de mágica. Ambos já eramos adolescentes e quando nossa amizade começou a se tranformar em amor um evento marcou para sempre nossas histórias: Cedric, o Segundo, retornou do clero. Ele aparentemente era o filho mais novo do rei, que havia sido enviado para a igreja para se tornar clérico. Mas segundo boatos ele era tão mesquinho e cruel que acabou sendo expulso. O rei não sabia oque fazer com ele já que havia decidido que sua filha iria governar seu reino quanto completasse 18 anos. Isso era inedito, já que o filho homem é que sempre ficava com esse previlégio. Mas o rei bondoso e sábio sabia que o melhor para todos era sua filha reinando. Era um fato inedito mas ele estava disposto a arcar com essa quebra de tradição. Estava disposto a qualquer provação, infelizmente a maior delas foi quando sua filha desapareceu. O rei não entendia porque sua filha havia desaparecido logo após a chegada de Cedric, até mesmo supeitou dele, mas o mago da corte, Harus, o havia feito acreditar na inocência de Cedric. Mas para isso o mago, de conluiu com Cedric, precisavam de um bode expiatório. Adivinhem quem foi o escolhido? Eu!
Acabei sendo alvo de um encantamento de Harus que me impedia de usar minha habilidade natural de "saltar" (me teleportar) e fui aprisionado nas masmorras do castelo. Até minha chegada lá o lugar era bem vazio e nada assustador. Mas com o tempo o lugar foi ficando lotado de pessoas que ousavam questionar o futuro rei: Cedric! Sim, com o desaparecimento de sua irmã seu pai teve que começar a sucessão em nome de seu filho. para infelicidade minha e de todo o reinado. Acredito que eu tenha ficado nos calabouços sendo torturado por anos e anos. Mas me mantive forte e são porque eu tinha esperança que a princesa retornasse e conserta-se as coisas. Mas ela nunca voltou.
Devido ao meu contato com os humanos eu estava envelhecendo e aparentava ter quase trinta anos humanos. Muito mais se levassemos em conta o desgaste fisico e mental das torturas que eu era submetido todos os dias pelo carrasco que eu havia batizado de "Amigo do Capuz Encardido". Nessa época Cedric finalmente conseguiu que seu pai, que havia desistido de esperar, o nomeasse rei. O meu amigo carrasco me disse, enquanto esticava meus braços e pernas em uma roda de madeira, que a celebração aconteceria logo a noite. Eu até pensei em impedi-la. Mas minha vontade já estava quase completamente destruida naquele momento. Por sorte, ou azar, tudo depende do seu ponto de vista, naquele mesmo dia Cedric desceu ao calabouço e foi até uma cela que ficava isolada em um canto da masmorra. Eu pude ouvir sua conversa e com todas as letras ele disse:
-- Logo eu serei o rei minha irmã! Você e todos aqueles que já te apoiaram estão apodrecendo nesse calabouço. Mas não se preocupe. Depois dessa noite eu não vou precisar mais mante-los vivos. Com minha coroa eu estarei acima do certo e do errado e poderei finalmente por fim em suas existências patéticas! NÃO VIRE SEU ROSTO DESFIGURADO! OLHE PARA O FUTURO REI! DESSE E DE TODOS OS MUNDOS!!
Sim. Ele estava falando com ela! Todos esses anos e uma parede de pedras suja de sangue e excrementos era tudo que nos separava! Aquele era o momento que eu devia agir. Mas não sabia se o encantamento de Harus ainda estava em mim. É como a história de prender um elefante com uma corda fina quando ele é filhote. Ele pode crescer que as mesma corda fina irá continuar funcionando. Tudo porque ele acredita naquilo! Mas essa era a hora de tentar! Se ainda corria sangue Eladrim em mim... essa era a hora! Me concentrei ao máximo e "saltei" da máquina de tortura em que eu me encontrava para o lado de um armorial. Peguei aprimeira espada que vi e com uma habilidade que eu não imaginava ter comecei a lutar com os guardas. Cedric viu aquilo como uma tentativa patética e se resumiu a dizer para seus guardas:
-- Podem corta-lo um pouco mas não o matem! Preciso do sangue dele para rasgar o véu!
Aproveitando a distração que ele causou em seus guardas eu desferi ardilosos golpes mortais em seus pescoços desprotegidos e os levei a obito. Era só eu e Cedric. Nosso combate foi longo, mas ele demosntrou ser muito mais habilidoso doque eu imaginava. Em uma troca rápida de golpes ele acabou acertando um braseiro que derrubou brasas em um monte de palha. Isso iniciou um incendio que começava a corroer todo o madeiramento da masmorra. Logo a estrutura não resistiria e o lugar iria abaixo. Em meio as chamas continuamos lutando. No final derrubei Cedric no poço do pendulo. Desesperado corri até ela que se contorcia no chão de sua cela por causa da fumaça. Consegui olhar para seu rosto pela última vez. Oque eu sentia por ela era tão grande que nem enxergava o trapo humano que ela havia se tornado. As torturas que ela havia sido submetida tinham sido bem piores que as minhas, mesmo assim eu enxerguei sua aura de pureza e bondade quando ele me disse para sumir daquele lugar.
-- Fuja daqui! Viva e seja feliz! Faça isso por nós dois! - me dissse a princesa enquanto o teto começava a demoronar na masmorra enquanto o fogo consumia tudo que podia ser inflamado naquele lugar infecto.
-- Não! Não posso ir sem você! - disse de forma desesperada mas lúcida. Pois sabia que se a deixasse morrer sozinha minha vida se tornaria oque se tornou hoje.
Mas ela me convenceu a "saltar" de lá. Fui tolo ao querer dar esse presente a ela, porque eu não sabia viver no mundo dos homens! Não sem ela!
Após minha fuga o rei teve que abandonar seus planos de aposentadoria. Harus me culpou pela morte de Cedric, cujo corpo nunca foi encontrado para ser ressucitado e desde então vago para os lugares mais inospitos e distantes da corte real. Para que pelo menos eu possa cumprir minha promessa. Sim, se eu ainda vivo é por ela. Mesmo que essa seja a vida mais infeliz de todas, a a única que eu consigo em meu total estado de completa solidão. Uma vez que eu deixei Faeria por causa dela, eu não posso mais retornar. Preso com voces, humanos mesquinhos e de corações enegrecidos, eu apenas consigo acreditar que não existem contos de fada!
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
Wecast # 04 - Scott Pilgrim contra o Mundo
Chuva de moedinhas! Nesse episódio damos nossa opinião sobre o filme Socott Pilgrim contra o mundo. Descubro ouvindo esse programa qual dos podcasters é gago, qual deles acha a Ramona Flowers feia e oque é um buraco de minhoca!
Podcasters desse episódio:
Para o próximo programa contamos com críticas, sugestões e esculhambações. Para isso larga mão de ser um nerd preguiçoso e escreva para a gente!
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